segunda-feira , 4 de abril de 2016

Dia do Parkinsoniano: Saiba mais sobre o mal de Parkinson

Dia do Parkinsoniano

Dia 4 de abril é comemorado o dia nacional do Parkinsoniano, ou seja, portador da doença de Parkinson. Este dia nos oferece uma ótima oportunidade para debater essa patologia e entender melhor os sintomas que acometem os indivíduos parkinsonianos e o impacto causado em suas vidas.

O mal de parkinson comumente afeta indivíduos da terceira idade, acima dos 60 anos e segundo dados da OMS (Organização mundial de saúde), cerca de 1% da população mundial com mais de 65 anos é portador da doença de parkinson.

Essa doença é neurológica e atua na degeneração do sistema nervoso central, mais especificamente na região do cérebro conhecida como substância negra, que é responsável pela produção do neurotransmissor dopamina, capaz de controlar o movimento do corpo e outras funções. O parkinson é uma doença crônica e progressiva, ou seja, persiste por um longo período de tempo, apresentando evolução dos sintomas, que podem ser tremores, rigidez e dor muscular, cansaço, dificuldade em alguns movimentos, e até mesmo sintomas mais graves, como demência, alucinação, perda de movimentos e desmaios.

As causas da doença ainda são desconhecidas, mas alguns pesquisadores descobriram que determinadas mutações genéticas podem ser as causadoras do parkinson. Ainda assim, não é uma doença hereditária. Se algum membro da família for portador de parkinson, isso não aumenta a probabilidade de que outros membros como filhos e netos desenvolvam a doença.

O tratamento para o mal de parkinson consiste em medicamentos que não curam a doença em si, mas sim os seus sintomas, tendo como objetivo otimizar a qualidade de vida do paciente portador da patologia que, infelizmente, não tem cura.

Além dos remédios, o ideal é que os familiares ou cuidadores tomem algumas outras providencias para melhorar o cotidiano do paciente, cuja condição exige muita paciência e dedicação. Ler livros ou revistas para o paciente, ajudar na locomoção e atividades físicas, incentivar a fisioterapia, estimular atividades que exercitam a memória e oferecer, dentro dos limites do parkinsoniano, certa independência, são algumas atitudes que podem melhorar a autoestima do paciente, além de elevar a qualidade de vida.

Vamos aproveitar a conscientização feita no dia nacional do parkinsoniano e ficar sempre de olho na saúde dos nossos idosos, pois o diagnóstico precoce desta e de outras doenças é fundamental para um tratamento mais eficaz e um processo de recuperação ou adaptação mais eficiente.

 

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